domingo, 22 de abril de 2012

Istambul - Turquia

Istambul - Turquia

Onde O Ocidente Encontra O Oriente !!!!

Olá queridos eu estou alguns dias sem postar mas hoje estou voltando a ativa e vem muitos post legais daqui pra frente e vou começar com um muito bom, Istambul a cidade mais linda que eu já visitei.

De todas as cidades do mundo a que eu mais tinha vontade de visitar era Istambul, como já falei a Turquia sempre foi uma paixão na minha vida e a Síria só entrou no meu caminho por causa do meu namorado.

Damasco é a cidade mais mágica do mundo mas Istambul é a mais linda não tem como nem comparar.

Quando eu decidi viajar pra Síria eu escolhi a viajar pela Turkish Airlines porque era o meio mais rápido de se chegar a Damasco a partir do Brasil, também pelo excelente qualidade e preço justo mas contou muito o fato de fazer conexão em Istambul e fazer uma conexão mais longa no vôo de retorno, o que ocorreu na duas viagens á Síria.

Eu lembro como se fosse ontem quando o avião estava sobrevoando Istambul já se preparando para o pouso, eu da janela olhando a cidade e dizendo mentalmente .... eu não acredito que estou em Istambul, eu to na Turquia.

Meu primeiro contato com a Turquia foi em uma noite gelada numa Istambul abaixo de zero e eu morrendo de frio mas feliz por estar lá.

Nossa como eu estava feliz naquela noite gélida .... foi um estada passageira enquanto aguardava o vôo para Damasco e teria que aguardar alguns dias para retornar e aprecia Istambul sorte que estava menos gelada !!!

Chega de conversa fiada e vamos falar de Istambul como ela merece.

Istambul

Istambul (em turco: İstanbul), a antiga Bizâncio e Constantinopla (nome ainda usado em várias línguas, como no grego Κωνσταντινούπολις, Konstantinúpolis), é a maior cidade da Turquia, a quinta maior do mundo, rivalizando com Londres como a mais populosa da Europa, com 13 120 596 de habitantes na sua área metropolitana (2010).

 A grande maioria da população é muçulmana, mas também há um grande número de laicos e uma ínfima minoria de cristãos e judeus.

É a capital da área metropolitana (büyükşehir) e da província de Istambul, a qual faz parte da região de Marmara. No passado foi a capital administrativa da Província de Istambul, na chamada Rumélia ou Trácia Oriental. Foi denominada Bizâncio até 330 d.C., e Constantinopla até 1453, nome bastante difundido no Ocidente até 1930. Durante o período otomano, os turcos chamavam-na de Istambul, nome oficialmente adotado em 28 de março de 1930.

Foi a capital do Império Romano do Oriente e do Império Otomano até 1923, cujo governante máximo, o sultão, foi durante séculos reconhecido como califa, o chefe supremo de todos os muçulmanos, o que fazia da cidade uma das mais importantes de todo o Islão. Atualmente, embora a capital do país seja Ancara, Istambul continua a ser o principal pólo industrial, comercial, cultural e universitário (aí estão sediadas mais de uma dezena de universidades) do país. É a sede do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, sede da Igreja Ortodoxa.

A cidade ocupa ambas as margens do Estreito do Bósforo e do norte do Mar de Marmara, os quais separam a Ásia da Europa no sentido norte-sul, uma situação que faz de Istambul a única cidade que ocupa dois continentes. A parte central da parte europeia é por sua vez dividida pelo estuário do Corno de Ouro. É usual dizer-se que a cidade tem dois ou três centros, conforme se considere ou não que na parte asiática também existe um centro.

 No lado europeu há duas zonas com mais destaque em termos de movimento de pessoas e patrimônio cultural: o mais antigo, onde se situava o núcleo da antiga Bizâncio e Constantinopla, correspondente ao atual distrito de Fatih, fica a sul do Corno de Ouro, enquanto que Beyoğlu, a antiga Pera e onde se situava o bairro europeu medieval de Gálata, fica a norte. O centro da parte asiática tem contornos menos precisos, e ocupa parte dos distritos de Üsküdar e Kadıköy.

Algumas zonas históricas da parte europeia de Istambul foram declaradas Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1985. Em 2010, a cidade foi a Capital Europeia da Cultura e é candidata à organização dos Jogos Olímpicos de 2020. Devido à sua dimensão e importância, Istambul é considerada uma megacidade e uma cidade global.

Turismo

A beleza e situação estratégica do local onde a cidade se encontra, a sua rica e extensa história, patente nos inúmeros monumentos, a mistura única de Ocidente e Oriente, decorrente não só da sua localização entre dois continentes, mas também da cultura dos seus habitantes do presente e do passado, a vida intensa nas suas ruas e praças, o contraste e harmonia entre o facto da cidade ser simultaneamente uma metrópole europeia e asiática, onde se encontram locais onde se tem a sensação de que não devem ter mudado muito desde há centenas de anos até às zonas mais modernas que não destoariam em qualquer grande capital europeia ocidental, desde aquilo que foi a maior igreja da Cristandade durante mil anos até aos arranha-céus e centros comerciais mais modernos, passando por muitas dezenas de monumentos otomanos que durante séculos inspiraram os artistas ocidentais pelo seu exotismo e luxo, tudo contribui para fazer de Istambul um destino turístico de eleição para milhões de turistas que visitam anualmente a cidade.
Uma parte considerável da chamada península histórica de Istambul, situada no distrito de Fatih e mais ou menos centrada em Sultanahmet

Dada a enorme riqueza monumental, cultural e paisagística de Istambul, é muito complicado encontrar critérios minimamente imparciais e objetivos para enumerar os monumentos e locais turísticos que se podem considerar "mais importantes". A lista que se segue é assumidamente e inevitavelmente incompleta e foi baseada principalmente nos guias Lonely Planet de Istambul (edição de 2002) e Rough Guide da Turquia (edição de 2003).

Um ponto obrigatório de qualquer visita turística em Istambul é a área de Sultanahmet, onde se situava o centro da Bizâncio romana e da Constantinopla bizantina e otomana. A praça tem o nome do sultão Ahmet I (1590-1617), que ali construiu a grande mesquita que também tem o seu nome (mais conhecida como Mesquita Azul), ocupa o lugar do hipódromo romano. Na mesma área situava-se uma das alas do grandioso Grande Palácio dos imperadores bizantinos, do qual apenas restam algumas ruínas postas a descoberto por escavações e alguns mosaicos de grandes dimensões em exposição no Museu dos Mosaicos do Grande Palácio, situado numa das ruas em volta da praça.

 A praça é dominada pela Mesquita Azul no lado sudoeste e pela Basílica de Santa Sofia a nordeste. Ao lado da mesquita situa-se o que era o hipódromo, onde se encontra o Museu de Arte Turca e Islâmica e se erguem dois obeliscos, um deles, o chamado Obelisco de Teodósio, trazido do Templo de Karnak, no Egito. Entre a mesquita e Santa Sofia encontram-se diversos monumentos importantes, como por exemplo, o türbe (mausoléu) de Ahmet I, onde também se encontram sepultados outros membros da família imperial otomana, e os Banhos de Roxelana (século XVI). Numa das extremidades encontra-se a mais impressionantes das muitas cisternas bizantinas da cidade, a Cisterna da Basílica, cujo nome em turco denuncia a sua grandeza: Yerebatan Sarayı (Palácio Subterrâneo).

A Basílica de Santa Sofia, construída no século VI, foi a maior igreja do mundo até 1453, quando foi transformada em mesquita. Se tivesse continuado a ser igreja, continuaria a ser a maior do mundo até 1590, quando foi terminada a cúpula da Basílica de São Pedro, em Roma, a qual é pouco maior que Santa Sofia. A basílica não impressiona apenas pela sua dimensão, mas por toda a sua arquitetura, iluminação, mosaicos bizantinos, as adições otomanas enquanto foi mesquita e ao facto de ter resistido aos inúmeros terramotos que assolaram Istambul e que destruíram várias construções muito posteriores.

Atrás de Santa Sofia e separado pela pitoresca Soğukçeşme Sokağı (Rua da Fonte Fria) encontra-se o vasto Palácio Topkapı, a sede do poder otomano durante quase quatro séculos. Além da arquitetura, o palácio tem diversas exposições museológicas de grande valor, jardins e vistas privilegiadas sobre toda cidade, o Corno de Ouro, o Bósforo e o Mar de Mármara. O palácio é parcialmente rodeado pelo Parque Gülhane, onde também se encontram os Museus Arqueológicos de Istambul, que além de de incluir um dos maiores museus arqueológicos do mundo, tem também dois museus de antiguidades orientais e arte islâmica.

No emaranhado de ruas próximas de Sultanahmet, são de referir duas obras-primas da arquitetura de Istambul: a Mesquita de Sokollu Mehmet Paşa, construída em 1572 pelo grande arquiteto otomano Sinan, autor de algumas da mesquitas mais famosas da cidade, e a Igreja de São Sérgio e São Baco. Esta é mais conhecida como Pequena Santa Sofia (em turco: Küçuk Ayasofya) e foi construída alguns anos antes da Basílica de Santa Sofia e foi um modelo para ela. No início do século XVI foi transformada em mesquita, função que ainda mantém.

No distrito de Fatih encontram-se uma série de grandes mesquitas imperiais além da Mesquita Azul. Seguindo pela antiga Estrada Imperial, atual Divan Yolu, passa-se ao lado do türbe de Mahmud II e encontra-se a Coluna de Constantino, na mesma praça da Mesquita de Nuruosmaniye e de uma das entradas do Grande Bazar (Kapalıçarşı), um dos maiores e mais antigos mercados cobertos do mundo. Continuando na mesma rua, encontra-se o türbe de Sinan e a grande praça de Beyazıt, onde se encontra a mesquita homónima (1506) e a Universidade de Istambul. Um pouco mais acima, atrás da universidade, situa-se a maior mesquita da cidade (desde que Santa Sofia foi convertida em museu), a Mesquita Süleymaniye (1557), outra obra de Sinan para Solomão, Magnífico.

Um pouco mais longe, encontra-se o troço mais imponente das lendárias Muralhas de Constantinopla, o trecho mandado construir por Teodósio II entre a costa do Mar de Marmara e o Corno de Ouro, que fechava a cidade romana e bizantina pelo lado ocidental; os outros lados estavam rodeados por mar e eram protegidos pela chamada muralha marítima, da qual ainda resistem muitos troços ao lado da Avenida Kennedy, ao longo da margem do Mar de Marmara. A maior fortificação das muralhas atualmente ainda existente é a Fortaleza de Yedikule (Castelo das Sete Torres), situada na antiga Porta Aurea junto ao Mar de Marmara.

Além dos monumentos bizantinos já citados, destacam-se a Igreja de São Salvador em Chora (Mesquita Kariye) e a Igreja de Pammakaristos (Mesquita de Fethiye), notáveis pelos seus afrescos e mosaicos, os mais espetaculares a seguir aos de Santa Sofia. Igualmente digno de nota é o antigo Mosteiro de Cristo Pantocrator (Mesquita de Zeyrek).

Entre as mesquitas otomanas famosas contam-se todas as construídas por Sinan, nomeadamente a de Mihrimah Sultan em Üsküdar, no lado asiático, a sua homónima em Edirnekapı e a de Rüstem Paşa, em Eminönü, junto a outra das atrações turísticas da cidade, o Bazar das Especiarias (ou Egípcio) e de outra grande mesquita, a Yeni(1665). De referir ainda a Fatih (1463; reconstruída em 1771), a de Laleli (1783) e a de Ortaköy (1856). Esta última situa-se num dos locais mais populares para passeios à beira-mar junto à Ponte do Bósforo.

Os diversos palácios imperiais à beira do Bósforo no século XIX são outro dos atrativos arquitetónicos da cidade. O maior é o de Dolmabahçe, mas a grandeza e beleza de, por exemplo, os de Çırağan (este transformado num hotel de luxo), Yıldız, Küçüksu e Beylerbeyi, não é muito inferior.



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